Há muito tempo um meteorito rasgou o céu sobre o desfiladeiro da ilha de Naxtia e abriu uma Fenda: uma ferida dimensional por onde vaza a influência de um reino estranho, guardado pela entidade Nar'Zul.
A Fenda não apenas corrompe. Ela estilhaça. Onde sua energia toca, o mundo se parte em fragmentos semi-estáveis de realidade — cada um com sua própria maré de corrupção, seus próprios recursos e suas próprias vítimas.
Aller Thammas
O mago Aller Thammas, atraído pelo poder da Fenda, transformou o antigo farol de Naxtia num templo e tornou-se servo de Nar'Zul. Sua queda selou a Fenda — mas provisoriamente. O legado sombrio nunca morreu.
Séculos depois, seu trineto Rillen Thammas, formado entre os curandeiros Blufords, redescobriu as Lágrimas da Fenda e reacendeu os rituais. O selo enfraqueceu. A corrupção voltou a se espalhar.
A Aliança
Seis campeões — Leyna, Eamon, Nila, Harken, Zara e Brevin, um por região do velho arquipélago — se uniram e realizaram um novo selamento. De novo: não definitivo. Rillen foi exilado, e uma segunda voz começou a ecoar da Fenda.
É aqui que você entra
O mundo já acabou uma vez e foi remendado às pressas. As feridas de Naxtia seguem abertas, os fragmentos seguem à deriva, e a ameaça continua respirando do outro lado do selo.
Você não é o herói. Você é mais um sobrevivente deixando sua marca antes que a Fenda respire de novo.
A corrupção é bela e errada: bioluminescência doente, metal que canta, pedra que sangra luz.
As forças em jogo: os Blufords (saber e cura), os Cultos de Nar'Zul, as Guildas Mercantis que controlam as rotas entre fragmentos, e os Oráculos — parte deles já corrompida.